domingo, 24 de outubro de 2010

Não resisti hoje a falar do meu Sporting Clube de Portuga

Gato Preto! Não acredito em Bruchas!!! Mas que as há, há. Não saiem de Alvalade
Seria de uma tremenda injustiça aberrante que no final do Jogo de hoje Domingo 24 de Outubro de 2010 =Sporting = Rio Ave houvesse outro resultadi que não fosse a vitória do Leão.
Três substituições forçadas por lesões e um outro logo que acabado entrar o Matias Fernandes na primeira vez que toca na bola e quando já não havia mais substituições fica lesionado e apenas continuou em campo fazendo corpo presente.
Como se isto não bastasse ainda segue-se duas bolas ao Poste e uma à trave.
Arre = Burra que é demais.

Parbéns Presidente Bettencourt pelos seus cinquenta anos

sábado, 23 de outubro de 2010

OS POLÍTICOS =Estão a gozar com a nossa cara!!!

Alguém percebe estas Reuniões com tanta urgência?
Lamentávelmente temos vindo a assistir a uma degradação total e de descrédito a nivel de instâncias superiores, sejam elas Governamentais ou da Oposição.
Sabendo-se que tudo está resolvido e que o resultado final está mais que acertado, vem agora com esta de reunir ao fim de semana (Sabado e dando-lhe seguimento Domingo a partir das cinco da Tarde) sabendo-se que não se conhecem que trabalhem de graça!!! Seria justo que nos fosse dado a conhecer por quanto ficará estes encontros ao Povo Português?
PSD = Fica em silêncio como convém!
Há poucos meses, tinha dúvidas sobre a natureza do grupo anging, que acusava de defender as posições do Governo. Agora o Deputado Agostinho Branquinho do PSD, deixa o Parlamento para se tornar quadro da empresa.
A memória ainda está fresca.
Na comissão de inquérito à actuação do Governo no caso da TVI e na comissão de Ética, onde se debatia os condicionamentos à liberdade de expressão este deputado do PSD foi um dos protagonistas do ataque ao Governo e aos socialistas por tentarem instrumentalizar a Comunicação Social.
" O recrutamento directo e imediato de um deputado para uma empresa de Comunicação scial é estranho e pouco transparente.
É mesmo um problema de falta de trasparência entre a política e os negócios, num bloco central de interesses na melhor política.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Bombeiros = Eternamente Gratos = Uma Vida Ceeifada

Eternamente gratos.

Josefa, a bombeira "Josefa, 21 anos, a viver com a mãe. Estudante de Engenharia Biomédica, trabalhadora de supermercado em part-time e bombeira voluntária. Acumulava trabalhos e não cargos – e essa pode ser uma primeira explicação para a não conhecermos. Afinal, uma jovem daquelas que frequentamos nas revistas de consultório, arranja forma de chamar os holofotes. Se é futebolista, pinta o cabelo de cores impossíveis; se é cantora, mostra o futebolista com quem namora; e se quer ser mesmo importante, é mandatária de juventude. Não entra é na cabeça de uma jovem dispersar-se em ninharias acumuladas: um curso no Porto, caixeirinha em Santa Maria da Feira e bombeira de Verão. Daí não a conhecermos, à Josefa. Chegava-lhe, talvez, que um colega mais experiente dissesse dela: "Ela era das poucas pessoas com que um gajo sabia que podia contar nas piores alturas." Enfim, 15 minutos de fama só se ocorresse um azar... Aconteceu: anteontem, Josefa morreu em Monte Mêda, Gondomar, cercada das chamas dos outros que foi apagar de graça. A morte de uma jovem é sempre uma coisa tão enorme para os seus que, evidentemente, nem trato aqui. Interessa-me, na Josefa, relevar o que ela nos disse: que há miúdos de 21 anos que são estudantes e trabalhadores e bombeiros, sem nós sabermos. Como é possível, nos dias comuns e não de tragédia, não ouvirmos falar das "Josefas que são o sal da nossa terra?"Por FERREIRA FERNANDES, Diário de Notícias

Senhor Presidente da Junta de Freguesia de S. Paio de Oleiros

Encontro e Convite.
Sempre foi para mim uma terra maravilhosa e hospitaleira, onde gostei de passar muito do meu tempo livre e também por lá passei bastantes meses a trabalhar, tanto quando trabalhei por minha conta como mineiro ou mesmo depois quando parei de beber e optei por ir trabalhar para a construção civil.
Tive e tenho o privilégio de nesta Freguesia poder contar com muitos e inúros amigos. Verdade que são tantos que difícil se torna que as pessoas que estão à frente de qualquer organismo não sejam minhas amigas.
Tem sido assim com os anteriores Presdidentes de Junta, salvo umas duas excepções.
No presente momento o Sr. Presidente David é um Amigo de longa data e amizade essa que foi reforçada quando andei a trabalhar bastante tempo na construção da sua vivenda ao serviço do Jacinto Rocha.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Vida de Pescador do Douro

Ora pesca aqui!!!

Barco Valboeiro ou Saveiro e a Mujeira
O Verde é Lindo
Marinheiro em terra

Fotogenia passou ao lado

Para mais tarde Recordar

domingo, 15 de agosto de 2010

As Ondas

I
As ondas do mar são brancas,
as do rio são muito amarelas.
Abênçoados todos aqueles,
que tanto navegaram, nelas.
II
As gaivotas já são tantas,
que voam do rio pró mar.
Mas Douro tanto me encantas.
Sem precisares de voar.
III
Espero de ti em cada dia,
que estejas na minha terra.
Acompanhando com alegria,
O florecer da nossa Serra.
IV
A fonte da minha Aldeia,
que continua a pingar
Matando a sede à Sereia
Que aqui se vem refrescar.
V
Os Cucos da Serra Cantando,
Que mais parecem chorar,
Certamente como suplicando,
À Sereia, para aqui ficar
VI
As nossas aldeias são tão belas.
Para mim, não vejo igual.
Neste meu País das caravelas
De seu lindo nome: Portugal

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O João . = Quando entrou no Quarto o seu Refúgio


O João!!!

Quando entrou no quarto, o seu refúgio, atirou-se para cima da cama, satisfeito. Ainda desta vez, escapara! Apesar de haver perdido a noite anterior, não tinha sono; apenas lhe doíam os pés, com certeza cheios de bolhas rebentadas sob as meias coladas à carne, como de costume. Há três meses naquela tarefa — ir buscar o material de propaganda, distribuí-lo —, ainda não calejara os pés, como os outros camaradas, que aguentavam muitos quilómetros. «É verdade! Há três meses que mergulhara na vida clandestina! Noventa dias de luta, fugido aos esbirros fascistas, partilhando dum lar estranho, embora amigo, ali no quarto estreito que era todo o seu mundo de repouso, de estudo e de sonho, às vezes. Gostava bem daquele quarto de tecto baixo e paredes manchadas pela humidade, com a cama de ferro a um lado, sem colcha; uma mesa tosca, no outro, além da mala; e uma janela que dava para as traseiras dos prédios, mas da qual se via, ao fundo, uma nesga do rio.

De tarde, quando o sol emprestava reflexos de espelho aos vidros sujos ou partidos das traseiras, à hora em que os inquilinos regressavam do trabalho, pejando as ruas da cidade, Abel encostava-se ao peitoril da sua janela e ficava-se a partilhar da vida alegre ou triste dos vizinhos. Os homens, em mangas de camisa, entretinham-se a consertar velhas capoeiras, ou regavam com desvelo uma nespereira raquítica que nunca daria frutos, enquanto as mulheres punham a mesa nas estreitas varandas, se havia bom tempo, e os cachopos saltitavam como pássaros famintos.

Gostavam dele, os cachopos. De longe, mostravam-lhe os tristes brinquedos, atiravam-lhe beijos e tiros imaginários; e ele retribuía com momices que os sufocavam de riso. Também nada o desesperava tanto como ouvir à noite, de repente, entre falas azedas, o choro agudo de uma criança. Assomava então à janela e tentava adivinhar o que se passava para além da escuridão. Certa vez, increpou mesmo uma vizinha que batia na Luisinha, uma garota loira que se parecia com a irmã dele, a mais nova.

— Para que bate assim na menina? Se calhar, ela tem alguma dor, e é por isso que esperneia. Deixe-a.

A voz saiu-lhe áspera, e a mulher ripostou: — Quem é você para me dar leis? Ora o fúfia! Meta-se na sua vida.

Quem era?... A bem dizer: ninguém. E a sua vida era a de todos os proletários do seu país, de todos os famintos de pão e de justiça; era a vida também daquela mulher desesperada, sabia-se lá porquê. Miséria, está bem de ver. «Ah! mas um dia... uma certa manhã de sol radioso... sim, de sol...»

(...)

Extracto do conto «Refúgio perdido», de Soeiro Pereira Gomes, dedicado «Ao camarada João, que inspirou este conto». «João» era o pseudónimo usado na clandestinidade por António Dias Lourenço

-

In o Castendo

ACorneta Ancestral = dos Fogos na Aldeia da Ermida

VIVER EM COMUNIDADE NA ALDEIA DA ERMIDA.
Um Exemplo que devia ser seguido.
Em Ermida, no Parque Peneda-Gerês, recorre a instrumento ancestral para avisar o povo dos Incêndios.
"Quando todo repicado, a população já sabe que é para nos juntarmos no cruzeiro e para ir combater o fogo."
Ana Rosa explica o método de alarme, contra incêndios na aldeia da Ermida, mesmo no meio do Parque Nacional da Peneda do Gerês (PNPG) com pouco mais de trinta habitantes.
Sempre que o fogo chega a ameaçar a Ermida Ana Rosa pega na velha corneta e começa a tocar. " Não sabe quantos anos tem a corneta, mas sabe que é centenária."
A tarefa cabia ao regedor da aldeia "antigamente, era o regedor que tinha a missão de tocar a corneta sempre que fosse preciso juntar a aldeia."
Hoje essa tarefa que se mantém cabe ao presidente da Junta.
Quando não está cabe à sua mulher, quando nenhum dos dois está é à vizinha mais próxima que cabe essa tarefa.
Após o toque repicado da corneta, a população dirige-se para o cruzeiro, localizado no Centro da Aldeia. Após decidida a estratégia, os habitantes da remota aldeia vão combater as chamas.
" Sabem que tem animais, terrenos de cultivo e brandas na serra.
É preciso proteger os nossos interesses, pois é difícil os bombeiros chegar aqui a tempo.
Os toques da corneta são vários e dependem das tarefas.
" Não é só para incêndios que tocamos a corneta".
Quando se estraga um muro, quando alguém precisa de ajuda, quando há animais em perigo, ou quando é preciso fazer reuniões com todos os habitantes da aldeia.
São várias as situações, ou seja, sempre que há tarefas ou decisões em comunidade a corneta toca.
Ana Rosa sorri, ao mesmo tempo ostenta o improvisado instrumento de alerta de Ermida.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Análise de Quem sabe do que fala= Por PIKÓ

Com a devida vênia ao meu conterrâneio e Amigo PIKÓ
Entendo perfeitamente todo o desabafo do nosso conterrâneo e amigo, porque se compararmos os procedimentos humanos das pessoas quando estão em jogo os valores mais altos da dignidade humana, notamos que as épocas não são comparáveis e nota-se um grande défice... Entretanto, as "justificações" para as profundas viragens nas mentes humanas estão aí ao dobrar da esquina e que terão a ver com o deslumbramento desta mesma sociedade, quando "descobre" que poderia ter acesso com relativa facilidade às coisas mundanas que há poucos anos atrás só os ricos e mais poderosos poderiam usufruir! Aqui terá começado uma espécie de corrida ao ouro, mas com espectáculos degradantes, muito conhecidos uns, mas com pouca visibilidade muitos outros, sem regras, onde as vaidades e as falsas vaidades vieram parar ao topo do negrume, que as melhors ETARES não foram capazes de branquear e o resultado é uma poluição humana que só lá mais para diante conhecerá melhores dias, porque haverá sempre um processo em marcha para pôr alguma ordem nesta barafunda geral!
É honesto reconhecer, que os que acreditavam que após o 25 de Abril iríamos ter um país mais fraterno e mais solidário se enganaram, infelizmente, mas, agora, também não será justo, bater na bondade e numa certa ingenuidade daqueles que quiseram acreditar, porque, ao fim e ao cabo, entendiam, que seria lógico, que a seguir ao período negro da noite Fascista, toda a sociedade se unisse para uma evolução lenta, mas positiva! Aqui, ocorreu o engano... e uma boa parte agarrou a oportunidade, que julgava única e comportou-se exactamente com a mesma ganância do capitalismo selvagem, como que a pedirem meças e se possível ultrapassá-los e foi um "bodo aos pobres", mas tudo está a esboroar-se para muitos deles, porque nesta luta sem regras, muitos irão perder e muito poucos irão ganhar!... Ou seja é o capitalismo no seu melhor!
Mas a seguir vão queixar-se a quem?!...
Pois, aí é que a "porca torce o rabo", porque é muito comum desta gente que acabou ostracizada pelo sistema, nunca culpar-se a si próprios, antes procuram encontrar justificações para o fracasso, que é deles e antes de tudo, mas que no seu desvario, vão atirar sempre para os outros e referenciam mesmo A, B e C como culpados do azar que tiveram, coitados!...
Parabéns amigo pela excelente qualidade de análise

terça-feira, 10 de agosto de 2010

7 Dias sem comer pão = A. T. Verde

7 Dias sem… comer pão!
A confissão fica-me mal? Quero lá saber. Digo-o, melhor, escrevo-o e subscrevo-o.
Então com manteiga da “verdadeira!” Hummm…
Domingo:
É nosso hábito, antes da Missa das nove, passar com uma hora de antecedência pelo estabelecimento de pão quente para tomarmos a respectiva meia-de-leite e pão com manteiga, aproveitando também para lermos o jornal. Pão fresquinho/quentinho, ainda a fumegar, enchendo as nossas narinas com aquele cheirinho que todos conhecemos. Abri-lo com jeito e barrá-lo com manteiga que se derrete sem dificuldade, trincá-lo e sentir o delicado estaladiço da crosta a desvanecer-se na boca é gostosamente um pequeno lauto muito agradável. Ou queimar os dedos para tirar do lume aquela torrada de pão robusto que vai merecer manteiga e uma talhada de queijo fresco, acabadinho de sair do frigorífico. O contraste leva-nos ao… suspiro. Ou arrancar um pedacinho – de pão de hoje ou da véspera, que interessa isso – e molhá-lo nos sucos que restam do frango assado da muito distante infância…
Bem, se estas linhas não vos explicam exactamente a devoção que tenho ao Pão-nosso de cada dia, escusam de ler o resto. Não irão entender nadinha! Este primeiro dia não custou nada. Passei-o a imaginar as mil formas de comer pão que me dão prazer e, na verdade, parece que estou farto…
Combinámos passar uma semana sem comer pão. Este esforço ou jejum, tem como princípio saber ou poder avaliar a grande indigência mundial daqueles que não o comem por não o terem. Assim:
I
Começamos no Domingo
Aposta por nós aceite
Tomamos apenas um pingo
Nada de pão, nem de leite
II
Quando chegou a Segunda
De manhã, na ocasião
Começou a barafunda
Não se pode comer pão
III
Caminhando para Terça
Pelas oito da manhã
Houve a mesma conversa
Pão, hoje não há
IV
Chegou a quarta-feira
Pão, que saudade
Não veio a padeira
Nem de manhã nem de tarde
V
Esperemos para quinta
Pode haver alguma sorte
Acabar por fazer a finta
À jura do nosso porte
VI
Dizem que a sexta-feira
É sempre dia de azar
Se calhar faço a asneira
E o voto vou quebrar
VII
Oh Sábado, trás o maná
E eu com água na boca
Comer pão só amanhã
Hoje ninguém lhe toca!
VIII
Finalmente é Domingo
A fome já nada me arreiga
Eu não quero o pingo;
Meia-de-leite e pão com manteiga
IX
É esta a nossa história curta
Para quem possui fartura
Que nos colocou em disputa
Uma ideia fictícia de loucura
X
Haja maior respeito pelo pão
E, por quem dele muito precisa
Porque não pode haver perdão
Por falta dele a quem agoniza…
Autoria:- Agostinho Teixeira Verde

Valdemar Marinheiro
I
Côdeas de Brôa tantas comi,
lembrado tempo de Aljubarrota.
Mesmo pedindo, depois reparti,
tal como a minha prima Barrota
II
Esse passado, pobre na Gente,
não há porque nos envergonhar.
Porque pedir, sempre é decente,
indecente, será sempre o roubar
III
Tantas e tantas almas pobretanas,
com os seus corações sem palpitar.
Julgam ser enormes ratazanas,
São, seres parasitários a vegetar.
IV
Pergunta do meu coração,
com toda a sinceridade.
Foi um acto de contrição?
Ou foi por solidariedade.
V
A pergunta tem uma razão!
Pela situação que nos consome!
Pois se repartissem melhor o Pão,
não morriam tantos milhões à Fome.
VI
Quando se tem bom coração
Que nos permite partilhar,
Há sempre uma forte razão.
Para dos faminttos, nos lembrar.
VII
Verde meu bom Amigo,
Ouve só mais um bocadinho,
Totalmente solidário contigo.
Recebe um forte abraço Agostinho.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Inovação =Vaticano e a Igreja Britânica

Se todas as bandas cobram "aos seus fans" que vão aos seus espectáculos, porque não há-de a Igreja cobrar aos fiéis que vão às missas do Papa?
Dai que o Vaticano e a Igreja Britânica, depois de se terem no "merchandising" papal ("T-shirts", rosários, canecas...) tenham decidido cobrar entradas em todas as missas e aparições de Bento XVI durante a sua digressão pelo Reino Unido, de 16 a 19 de Setembro. Os preços dos bilhetes (" uma simples contribuição", diz o Vaticano) variam entre os 24 e 30 euros por pessoa, é a do dia 19, em Birminghan (terra do"Judas Priest", conhecido como "deuses do metal") e a mais em conta, ao preço de saldo de 24 euros (sendo que o bilhete dá ainda direito a um "Kit" com um CD do Papa e um livro de orações) o do dia 16, em Glasgow.
Os crentes apanhados a rezar sem pagar responderão por isso e não só no Tribunal de Polícia
como no Juizo Final

domingo, 8 de agosto de 2010

Cristãos =Pagar um Lugar no Céu...

O Vaticano e a Igreja Inglesa!!!
Não é novidade para ninguém que a crise toca a todos incluíndo a Igreja Católica..
Mas ainda não se tinha assistido a fórmulas tão radicais de angariar receitas para pagar as despesas de uma visita papal. Assim, no Reino Unido, mesmo para assistir a missas, vai ser preciso pagar bilhete até 30 euros. É o que se poderá chamar, com propriedade, pagar um lugar no céu.
Todas as aparições públicas, seja em missas ou em concertos, serão pagas, a preços que variam entre os 12 e 30 euros.
Para a celebração, será a missa a 19 de Setembro em Birmingan (centro de Inglaterra), que será beatificado o Cardeal Henry Newman, um protestante convertido em 1890.
Vão ser colocados à venda 70 mil bilhetes que variam entre 25 e 30 euros.
O orçamento da visita que segundo a imprensa britânica se eleva a 27 millões de euros, tem sido polémico.
O Governo contribui com 12 a 15 milhões de euros e financia a despesa com a segurança.
Vejam só como vai a moenga?

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

A bendita trindade Fátima Futebol e Fado.

A Igreja perante a Crise.
Portugal andou em alvoroço com a visita do papa Bento XVI.
Depois chegou o Mundial de Futebol.
" A bendita trindade Fátima futebol e fado", tão aclamada e acarinhada pelo fascismo, voltou para acalmar os espiritos mais irreverentes e revolucionários nestes tempos de crise.
A igreja necessita urgentemente de maquilhar as suas feridas.
Aos sucessivos escândalos religiosos colocam-se agora os crimes financeiros das bolsas e da banca, a derrocada do sistema capitalista e portanto é necessário um milagre.
Perante tal cenário a Igreja surge como muleta salvadora do sistema.
O Papa não veio a Portugal denunciar nada, pelo contrário, a mensagem foi a mesma que tem amarrado os povos aos seus jugos ancestrais.
A mensagem foi a de um Deus que prometerá fé, esperança e caridade... a concretizar talves, um dia no Paraiso.
A mensagem da Igreja actual é de anestesiar e sufocar voz da revolta.
As contradições e disfunções deste sistema predador serão compensadas pela caridade e pela mesiricórdia religiosas.
Chega a ser anacrónico que o mais alto dignitário da Igreja Católica, o " apóstolo da Paz", se tenha visto cercado de tanta luxúria e desperdício de segurança.
Qual a razão de tal medo extremo e de toda esta ostentação de riqueza contrariando o ideal católico de abnegação e despojamento.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Raínha de Inglaterra e P.G.R. Pinto Monteiro =O Procurador- Geral da República



Até dá Vontade Rir!!!
Ficamos perplexos quando Pinto Monteiro diz que tem os mesmos poderes da raínha de Inglaterra ( só lhe falta colocar um bouquet na lapela) o PGR tem dever de pôr ordem no Ministério Público, mas não na praça pública.
É para isso que erário público lhe paga.
Se não tem pulso para aguentar o barco, demita-se que os portugueses e a Justiça agradecem
Pinto Monteiro chegou à Procuradoria-Geral em 2006.
Já lá vão quatro longos anos. Desesperado com mais uma invedstigação falhada e atrapalhada, puxou das pistolas, granadas de mão e metralhadoras e tudo o que mexe Governo, Oposição, sindicato do Ministério Públicco, magistrados, comentadores e analistas.
Nada escapa à fúria justiceira do homem escolhido pelo engenheiro relativo para ocupar um dos mais altos cargos da Justiça.
Todos têm culpa, todos são feios,todos são maus.
O pobre desgraçado está para ali sózinho a lutar contra moínhos de vento.
Pois é.
Acontece que o seu mandato está a chegar ao fim e está tudo em ruínas. Razão teve Cavaco Silva quando o despachou de Belém num dia frio de Dezembro com um "adeus", não voltas cá mais.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Medíocres, bons e excelentes

O Problema da sociedade portuguesa de hoje, começa logo na Escola e passa de seguida para o mundo do trabalho, porque não é suficientemente exigente. São tolerados os medíocres e os suficientes com uma ligeireza deveras impressionante. Não se promove (regra geral), os caminhos da exigência e do rigor, para que haja a possibilidade de poderem haver os bons e os excelentes. Quando encontramos exemplos de excelência, aprofundamos as raízes, logo chegamos à conclusão que essa promoção não foi feita no nosso país, ou se o foi, aconteceu em empresas ou instituições internacionais, onde a excelência é perseguida de forma contínua e permanente.
Como será possivel ambicionar a ser competitivos face aos parceiros internacionais que nos rodeiam, de uma vez por todas, teremos de assumir, com coragem, a eliminação de todas as situações de mediocricidade e de mediania.
Só uma cultura de exigência pode, na realidade marcar a diferença - de quem sobrevive e quem fica para trás.

domingo, 1 de agosto de 2010

Junta de Freguesia de Nogueira da Regedoura = Um Marinheiro Junto ao Riacho de Nogueira da RegedouraLarápio Zé Fuínha

O profissional larápio Zé
Fez Todo este trajecto a pé
Porque a bicileta que roubou,
o dono descobriu, e lha tirou.
Veio então de Castelo de Paiva,
à Pesqueira da quinta da Raiva.
Veio roubar-lhe a cabaceira
que pescava na pesqueira.
Ele sabia o dono certo,
que era o meu primo Alberto.
O Fuinha tinha-lhe prometido
Quando lhe pediu em Pedorido
Uma boleia até ao Lugar da Estação
E que o Alberto disse que não.
Fazia como o telhado: ficava nobre,
roubar ao rico,para dar ao pobre!!

A Cueca só Atrapalha.

A Maria do Quim Zé Rabecas,
Teima em não usar cuecas
Fundamenta a sua razão,
que lhe provocam comichão
Quando o seu Zé, se quer aviar,
assim não precisa de esperar
Também o Marido da Tem-Tem
díz que assim está muito bem
Que também é isso que quer
e que vai propor á sua mulher
Para não ter de que as tirar,
que é melhor não as enfiar.
Já o Tónio da Guida Tonecas,
Gaba-se dela não usar cuecas:
Mas por uma outra boa razão,
que não tapa aquele alçapão
Porque lhe dá mais fresquinho
quando solta o seu peidinho.
Não precisa de se vergar
quando precisar de Mijar.
Já a mulher do Quim Simão
Quer que o bicho veja o Chão
Concorda a Guida do Aguiar:
porque anda pronto a aviar
Também a mulher do Barnabé
Concorda que assim é que é.
Já quanto ao mulher do Pombas
Acha nisto há muitas ondas
Já a Mulher do Tono Gastão
Acha que é uma bom solução
Já a Freira, Catequista e Prior
Dizem que escondidinho, é melhor
Para mim: e para terminar,
são pontos de vista a respeitar.
Conclusão :- Nada disto surpreende para quem como eu nasceu no tempo em que as mulheres não usavam cuecas e os homem vestiam celouras. As calaças para os miúdos ficavam com uma abertura à frente e atrá para ser mais fácil nos aliviarmos .

sábado, 31 de julho de 2010

O Abade deveria alertar!!!

O Padre lá do altar,deveria alertar:
Que é sacrilégio, viver sem trabalhar.
Porque o Filho do Zé Castor,
Que se intotula um Doutor.
Também o filho do Zé Pedreiro,
Díz que é um relativo Engenheiro!
Fazem parte grande dessa cãozuada
Quer ganham, sem fazerem nada!!!
Juntam-se a outras tais realezas,
Dos que vivem à Grande e à francesa.
Fazendo com que o pobre Mexilhão
Já quase não possa comer pão
Por isso Prior: Grite por Cristo
Que venha cá abaixo ver isto
Venha o mais tardar até ao Inverno!
Meta-os e aos Chefes todos no Inferno